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OTIN

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Companheira de  Ossòsí , Otim vive no mato em sua companhia, esta   Iyabá é pouco cultuada no Brasil, seu culto é mais conservado nas nações de Batuque no Sul do país . é raro encontrar filhos de Otim ; é um Orixá feminino que se alimenta de todo tipo de caça, porém seu alimento preferido é a carne de porco.  Outra versão: Ela vivia nas matas com o OSSÒSÍ pois é a sua esposa;  OTIM não chega em pessoas na nação do jeje, cabinda e outras nações do sul. Otim,  ela é uma caçadora que se alimenta de tudo quanto é carnes e frutos. " Otim esconde que nasceu com 4 seios.” OTIM, usa capanga e lança. Sempre representada com o jarro de água na cabeça, pois alem de ser guerreira também cuida das plantações. Orisá da caça, companheira de OSSÒ SÌ. ORISÁ feminino que se alimenta de todo tipo de caça, porém seu alimento preferido é a carne de porco. As filhas e filhos de OTIM são aqueles cujo metabolismo básico e características de personalidade herdadas geneticam...

Erinlé

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O culto de Erínlè nasce no Odu de Òkànràn Ogbè. Seu culto está centrado ao redor do rio Erínlè, um rio tributário do rio Òsun, que atravessa a cidade de Ìlobùú (Ilú Òbú ou cidade de Òbú), localizada ao sul da Nigéria Ocidental, na estrada de Ogbomoso para Osogbo (está situada aproximadamente dez milhas a oeste de Osogbo). Ele é a divindade patrona de Ìlobùú. Ìlobùú é um centro de comércio para o inhame, milho, mandioca, óleo de dendê, abóbora, feijão, quiabo e está em uma área de savana habitada principalmente pelos Yoruba. Òbú é um tipo de giz nativo (efun) e é comestível. É usado para temperar comida e era um dos temperos principais, muito antes do sal, da mesma forma que o aró-àbàje (uma tintura azul comestível) é usado para temperar comidas como o ekuru aró. Tido como filho de Ainá, Erínlè é considerado por muitos como filho mítico de Yemoja e de Olokun. É um Òrìsà caçador, pescador e um médico, por conta do seu grande conhecimento da floresta e da flora. Este Òrìsà, enquan...

Oxossi - ÒDÈ

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Durante a diáspora negra, muitos escravos que cultuavam Osòosi não sobreviveram aos rigores do tráfico negreiro e do cativeiro, mas, ainda assim, o culto foi preservado pelos poucos sobreviventes e hoje a algumas sacerdotisas na Iorubalândia no Brasil e em Cuba pelos sacerdotes sobreviventes e Osòosi se transformou, no Brasil, num dos orisás mais populares, tanto no candomblé, onde se tornou o rei da nação Ketu, quanto na umbanda, onde é patrono da linha dos caboclos, uma das mais ativas da religião. Seu habitat é a floresta, sendo simbolizado pela cor verde na umbanda, e recebendo a cor azul clara no candomblé, mas podendo usar, também, a cor prateada nesse último. Sendo assim, roupas, guias e contas costumam ser confeccionadas nessas cores, incluindo, entre as guias e contas, no caso de Osòosi e, também, seus caboclos, elementos que recordem a floresta, tais como penas e sementes. Seus instrumentos de culto são o ofá (arco e flecha), lanças, facas e demais objetos de ...